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Tratamento de dados no FC Grupo Pesquisa

Política de Privacidade

Descrição concreta dos fluxos de dados pessoais, operacionais e científicos atualmente existentes no ecossistema FC Grupo Pesquisa.

1. Onde ocorre tratamento de dados

O FC Grupo Pesquisa é composto por portal público, sistema web autenticado, aplicativo Android de campo, distribuição de questionários, módulo de coletas e amostras, notificações operacionais, auditoria e assistente de IA. Cada superfície recebe apenas o contexto necessário à sua função.

2. Separação entre pessoas da equipe e participantes

Nomes de pesquisadores, coordenadores e colaboradores podem aparecer em tarefas e operações administrativas autorizadas. Participantes de pesquisa seguem outra regra: identidade direta não deve circular nas interfaces científicas, amostras, etiquetas, barcodes, cadeia de custódia ou contexto de IA.

3. Pseudonimização utilizada

Enquanto existe possibilidade controlada de religar o dado à pessoa, o FC Grupo Pesquisa considera o registro pseudonimizado, e não anonimizado. O modelo operacional utiliza três identificadores distintos:

IdentificadorFunção
participant_codePseudônimo operacional do participante.
collection_event_codeIdentifica o evento de coleta sem carregar identidade direta.
specimen_idIdentifica de forma única a amostra física ou alíquota.

Nome, CPF, CNS, RG, telefone, e-mail pessoal, data de nascimento, endereço, nome da mãe e outros identificadores diretos não devem ser gravados em registros operacionais de amostra ou cadeia de custódia.

4. Identidade e cofre separado

A arquitetura foi desenhada para que identidade direta siga fluxo separado dos dados de pesquisa. No aplicativo Android, mutações de identidade são classificadas para o destino IDENTITY_VAULT e não são enviadas pelo fluxo genérico de respostas científicas. A integração definitiva do cofre de identidade e da reidentificação autorizada permanece em implantação.

5. Acesso ao sistema

O ambiente protegido exige sessão autenticada e autorização server-side. Os tokens de sessão são mantidos em cookies HttpOnly, Secure e SameSite=Lax, reduzindo exposição ao JavaScript do navegador. O backend verifica permissão da rota antes de liberar o sistema.

6. Banco de dados e operações privilegiadas

As tabelas sensíveis do módulo de amostras, IA e demais componentes protegidos utilizam RLS. O acesso privilegiado por service_role é restrito ao backend e não deve ser enviado ao navegador, ao tablet, a logs, prompts ou mensagens.

7. Auditoria e rastreabilidade

O sistema registra eventos reais em trilhas distintas: mutações operacionais, ações do assistente, notificações e cadeia de custódia. A tela de Auditoria consolida esses eventos para usuários autorizados.

8. Assistente de IA

O portal público e o sistema protegido possuem superfícies separadas. O assistente público não recebe acesso ao banco operacional. No sistema protegido, o contexto enviado ao modelo é reduzido e redigido; CPF, telefone e e-mail são filtrados, pedidos de segredos são bloqueados e identificadores diretos de participantes não devem ser retornados. A chamada ao provedor é feita pelo backend com armazenamento do provedor desativado por store=false.

9. Controlador e encarregado

Informações institucionais ainda pendentes. A razão social/CNPJ do controlador e o nome/canal do encarregado não foram fornecidos para publicação e não serão inventados.

10. Retenção e eliminação

O sistema já preserva histórico onde a rastreabilidade é requisito, como na cadeia de custódia. A política institucional completa de prazos de retenção por categoria de dado ainda deverá ser formalizada, compatibilizando protocolo científico, legislação, auditoria e descarte seguro.

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© 2026 · Revisão técnica: 30/09/2026