Proteção de Dados em Pesquisa
Como o FC Grupo Pesquisa reduz a exposição de identidade ao longo da coleta, sincronização, análise, amostras, laboratório e publicação.
Fluxo adotado
O desenho do FC Grupo Pesquisa segue o princípio de que identidade não deve acompanhar o dado científico durante toda a cadeia operacional.
Coleta em campo e modo offline
O aplicativo Android foi estruturado para operar offline-first. O dispositivo pode gerar e manter registros localmente e sincronizá-los quando houver rede. Questionários são distribuídos por backend autenticado, por atribuição de dispositivo, evitando links públicos e leitura direta do banco pelo tablet.
Tokens de dispositivo incluem escopos separados para questionnaire:pull e questionnaire:submit. O mesmo vínculo de implantação acompanha o pacote e sua submissão, ampliando a rastreabilidade.
Identidade não acompanha a amostra
O laboratório não precisa receber nome, CPF, CNS, telefone, endereço ou data de nascimento para executar a análise da amostra. O fluxo laboratorial usa specimen_id e metadados técnicos mínimos.
Território também pode identificar
O FC Grupo Pesquisa considera que aldeia nominal, coordenada precisa, rota, diagnóstico individual ou combinação de características podem reidentificar pessoas ou famílias. Por isso, dados territoriais sensíveis devem ser generalizados quando possível e não devem constar em etiquetas, QR/DataMatrix ou telas operacionais de laboratório.
Publicação e devolutiva
Produtos públicos devem privilegiar dados agregados ou efetivamente anonimizados. Quando a ligação com a pessoa ainda for tecnicamente possível, mesmo sob código, o registro continua sendo tratado como dado pseudonimizado e protegido.
Reidentificação
A regra arquitetural é permitir reidentificação apenas por perfil autorizado, finalidade justificada e registro de auditoria. O fluxo dedicado completo de reidentificação ainda está em implantação e, enquanto isso, a identidade permanece segregada do fluxo científico comum.